quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Sentimento...


Sentimento, é impossível ser descrito...
Mesmo com as mais belas palavras, por mais que você pense e pense...
Qual seria a melhor forma de escrever isso, isso e aquilo?
Que palavras usar?
De que forma colocá-las...
Como através de palavras vou conseguir transmitir o que eu sinto, o que eu vivo...
Tem momentos que eu penso, que poderia ficar horas e horas, que poderia parar o tempo e ali, ser feliz até sabe-se lá quando..
E quando eu estou nesse tão bom momento, na hora que eu o vivo, ali mesmo, eu fico pensando Como descrevê-lo? Como passá-lo pra forma escrita...
Como expressá-lo através de palavras?
Para se fazer entender, para poder compartilhar...
Mas outras vezes paro e penso novamente..
Preciso mesmo tentar escrever o que sinto?
O que eu vivo?
Quando a única pessoa que precisa saber, é a que esta no momento comigo...'
E se o que eu sinto, você também sente então esta tudo bem, tudo bem, sim.
E nada melhor do que o sentimento, dos gestos vindos dele, para demonstrar, para fazer entender-se. Palavras são lindas sim, mas elas ficam no tempo, elas podem até mentir...
Como meras palavras poderiam descrever o clima, o sorriso, o cheiro, a pele, o toque, o olhar, o fechar dos olhos, o beijo?
Elas não poderiam, porque é muito mais do que elas podem oferecer.
Não existe palavra no mundo para descrever tudo que é sentido, nenhuma chegaria aos pés, elas não são tão capacitadas assim.
Mas através delas eu tento chegar o mais perto possível, me perco nas letras, orações, frases, estrofes... (dançam na minha mente) Me perco nesse texto...
Elas ficam me confundindo...
Seria isso mais uma prova de que é realmente impossível descrever?
Acho que sim.
Por isso tento sentir mais, aproveitar mais, valorizar cada momento, porque são únicos, insubstituíveis, e que quando acabe, feliz eu permaneça...
Porque eu não passei pelo momento, eu o vivi, o fiz especial, memorável...
Resumindo:
 
Era como se ali, naquele lugar fosse o nosso mundinho, só eu e você longe de tudo e todos... como se não houvesse mais ninguém (e não havia), como se nada importasse (e não importava).

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